10 de junho em Macau aproveita “prata de casa” em contexto de pandemia

Mais de dez atividades em diferentes domínios, além das cerimónias oficiais, preenchem o programa deste ano de “Junho, Mês de Portugal” em Macau, uma vez mais sujeito às restrições impostas pela covid-19.

Estas são as “atividades possíveis neste contexto de pandemia, com todos os condicionamentos de viagens e deslocações”, disse o cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, Paulo Cunha Alves, na conferência de imprensa de apresentação do programa das comemorações do 10 de junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

“Neste período [de pandemia], que se estende há quase dois anos e meio, é ainda mais importante celebrar a nossa cultura, a nossa portugalidade”, considerou o diplomata.

Apesar das medidas antipandémicas, o programa, entre 31 de maio e 25 de junho, “aproveita a prata da casa para celebrar Portugal”, sublinhou.

A 31 de maio, abre a exposição de pintura “Metropolis” de António Mil-Homens, na Fundação Rui Cunha, seguindo-se, a partir de 09, a mostra “Lusografia”, com obras de serigrafia, gravura e artes gráficas de artistas portugueses, como Graça Morais, José Luís Tinoco, Júlio Pomar, Júlio Resende, Vieira da Silva e Vhils, entre outros, na Galeria Amagao.

A partir de 26 de junho, arranca a mostra “Desenhar Macau – Desenho. Pintura. Gravura. Monotipias” de Catarina Continelli, na Casa Garden, delegação de Macau da Fundação Oriente.

A joalharia de Cristina Vinhas vai estar patente, entre 07 e 25, nas instalações da Casa de Portugal em Macau, na Casa de Vidro, na praça do Tap Seac.

No domínio do cinema, o festival de curtas metragens portuguesas de Nova Iorque (New York Portuguese Short Film Festival) e festival de cinema da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) vão decorrer no fim de semana de 11 e 12 de junho, no auditório da Casa Garden.

Na gastronomia, o programa conta com uma noite de vinhos e queijos portugueses, no hotel Sofitel, 02 de junho, enquanto no dia 12, vai decorrer o dia de Portugal, no restaurante Mesa, no ‘resort’ Grand Lisboa Palace.

A música vai marcar presença, com um concerto tributo a Rui Veloso, a encerrar as cerimónias oficiais do dia 10 de junho, que começará com o hastear da bandeira no Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, seguindo-se a romagem à gruta de Camões.

O programa inclui também um serão literário e uma “performance sensorial” para bebés dos seis aos 24 meses, entre outras atividades.

A comissão organizadora integra o Consulado Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Instituto Português do Oriente (IPOR), a Fundação Oriente e a Casa de Portugal em Macau, com o patrocínio do Banco Nacional Ultramarino (BNU) e da Sociedade de Jogos de Macau (SJM).

 

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