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	<title>Comunidades Lusófonas &#8211; Notícias de Portugal e Lusofonia</title>
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	<description>As notícias que interessam a todos os portugueses, lusodescendentes e cidadãos de países lusófonos que vivem e trabalham no estrangeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Dec 2020 23:20:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Comunidades Lusófonas &#8211; Notícias de Portugal e Lusofonia</title>
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	<item>
		<title>TAP. &#8220;Temos muitos anos de dificuldades pela frente&#8221;, admite Frasquilho</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/tap-temos-muitos-anos-de-dificuldades-pela-frente-admite-frasquilho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do conselho de administração da TAP, Miguel Frasquilho, admitiu, na segunda-feira, que o plano de reestruturação da companhia aérea, apresentado pelo Governo, é &#8220;duro&#8221; e vê &#8220;muitos anos de dificuldades&#8221; no futuro. Ainda assim, sublinha que era a condição para garantir a sobrevivência da TAP. &#8220;Atenção, nós também sabemos que a retoma e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O presidente do conselho de administração da TAP, Miguel Frasquilho, admitiu, na segunda-feira, que o plano de reestruturação da companhia aérea, apresentado pelo Governo, é &#8220;duro&#8221; e vê &#8220;muitos anos de dificuldades&#8221; no futuro. Ainda assim, sublinha que era a condição para garantir a sobrevivência da TAP</em>.</p>
<p>&#8220;Atenção, nós também sabemos que a retoma e a recuperação serão muito lentas. Temos muitos anos de dificuldades pela frente&#8221;, assumiu Frasquilho, em entrevista à TVI24.</p>
<p>O Governo apresentou, na sexta-feira, o plano de reestruturação da TAP, que contempla um máximo de dois mil despedimentos, cortes de 25% nos salários acima de 900 euros e apoios que podem atingir 3,7 mil milhões de euros até 2024.</p>
<p>&#8220;O plano é extraordinariamente duro, é muito exigente e que vai obrigar a que a TAP mude de vida em relação às últimas décadas. A TAP não pode continuar a dar prejuízo crónico todos os anos. Vai ter que mudar de vida e este é o plano que não gostaríamos de estar a apresentar, pelas consequências duríssimas que têm&#8221;, referiu o presidente do conselho de administração da TAP.</p>
<p>O plano está agora em Bruxelas para ser avaliado, sendo que uma resposta definitiva poderá chegar no primeiro trimestre do próximo ano.  &#8220;Tem todas as características, do meu ponto de vista, para que a Comissão Europeia o possa aprovar. Algures durante o primeiro trimestre teremos a resposta, teremos a resposta final por parte da Comissão Europeia e até lá haverá contactos informais&#8221;, acrescentou ainda Miguel Frasquilho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: 20 anos depois, Maio Coopé lança novo álbum &#8220;No Na Riba Terra&#8221;, dedicado à diáspora guineense</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/guine-bissau-20-anos-depois-maio-coope-lanca-novo-album-no-na-riba-terra-dedicado-a-diaspora-guineense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mário Silva, nome de nascimento de Maio Coopé, lançou um novo álbum, no qual procura reproduzir uma mensagem de esperança aos guineenses na diáspora, depois um ano marcado pela pandemia e por &#8220;crises políticas crónicas&#8221;. &#8220;No Na Riba Terra&#8221;, o novo álbum cujo lançamento estava adiado desde março, marca o regresso do artista guineense Maio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mário Silva, nome de nascimento de Maio Coopé, lançou um novo álbum, no qual procura reproduzir uma mensagem de esperança aos guineenses na diáspora, depois um ano marcado pela pandemia e por &#8220;crises políticas crónicas&#8221;.</em></p>
<p><em>&#8220;No Na Riba Terra&#8221;, o novo álbum cujo lançamento estava adiado desde março, marca o regresso do artista guineense Maio Coopé à música tradicional, 20 anos depois do último trabalho. Para o músico, esta é uma compilação que serve de chamamento aos guineenses para regressarem à terra-mãe.</em></p>
<p>A capa do disco foi desenhada pelo próprio Maio Coopé. Em entrevista concedida à DW, em Portugal, o músico refletiu sobre o regresso aos estúdios 20 anos depois, anunciando &#8220;fatores pessoais de foro estrutural e económico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tem como título: Nós Vamos Regressar à Terra, que eu acabei de lançar e ainda não está concretizado, porque com a pandemia, estamos condicionados. Programámos fazer o lançamento em abril deste ano, mas nessa altura tudo começou a fechar e pronto&#8221;. O álbum apela à esperança e harmonia</p>
<p>É com fé e esperança que o músico encara estes novos tempos, tal é a mensagem deste seu terceiro álbum. &#8220;É um apelo à esperança, ao dinamismo, para as pessoas terem mais confiança de que as coisas podem mudar no país. A crise na Guiné-Bissau é quase crónica. Vários países também passaram por esta fase até chegarem a uma conclusão de que temos que reunir os esforços e a inteligência, temos que fazer tudo para chegar a uma plataforma de compreensão e harmonia&#8221;.</p>
<p>Apesar da atual conjuntura, refere que este novo disco, produzido pelo conterrâneo Manecas Costa, com recurso aos instrumentos tradicionais, chegou numa altura boa, após as últimas eleições, que foram bastante renhidas e marcadas por muita polémica. &#8220;O povo estava à espera de uma coisa para alegrar as gentes. O disco contagiou todo o país, tocando na rádio, televisão e festas populares. Nem eu esperava tanto. É um fenómeno&#8221;, confessa.</p>
<figure id="attachment_21133" aria-describedby="caption-attachment-21133" style="width: 340px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-21133" src="https://comunidadeslusofonas.pt/wp-content/uploads/2020/12/55960448_404.jpg" alt="Maio Coopé vive no Cacém, linha de Sintra, em Portugal" width="340" height="191" srcset="https://comunidadeslusofonas.pt/wp-content/uploads/2020/12/55960448_404.jpg 340w, https://comunidadeslusofonas.pt/wp-content/uploads/2020/12/55960448_404-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" /><figcaption id="caption-attachment-21133" class="wp-caption-text">Maio Coopé vive no Cacém, linha de Sintra, em Portugal</figcaption></figure>
<p>Maio Coopé é conhecido também pela preferência que dá aos instrumentos tradicionais nas suas músicas, entre os quais o bombolon, o balafon, o dondon, o djembé e o kora. &#8220;Na base musical, são os instrumentos que eu toco: As cabaças, o kora, xilofone. São variadíssimos tipos de instrumento que a gente aprendeu e adotou ao longo do tempo e executamos na música&#8221;.</p>
<p>O intérprete da música tradicional considera que esta faz parte da sua identidade e é isso que o diferencia dos outros músicos. &#8220;Ultimamente, devido à evolução tecnológica, as pessoas tendem a esquecer estes valores instrumentais e musicais, mas que nós sempre preservámos para fazer a diferença. Até agora, estamos a tentar dar realce a esses instrumentos, porque tem o seu valor histórico, tem um conteúdo forte e muita gente já começou a refletir sobre isso&#8221;, diz.</p>
<p>Maio Coopé, que canta desde criança, na altura das festas populares, perfaz uma carreira de quase 40 anos. Há 21 anos veio para Portugal, por ocasião da exposição mundial EXPO-98, mas em parte também empurrado pela crise político-militar na Guiné-Bissau. &#8220;Portugal serviu-me como base para eu poder expandir para outros países da Europa como a Holanda, Bélgica, França, Dinamarca e por aí fora&#8221;, recorda.</p>
<p>Como crente que é, o artista admite que 2021 vai trazer algum oxigénio de esperança. Tudo dependerá da vacina e da evolução da pandemia. Um dos países onde já esteve e onde gostaria de apresentar o novo trabalho é a Alemanha, nomeadamente nas cidades de Colónia e Hamburgo, onde existe uma importante comunidade guineense. Na Guiné-Bissau, seu país natal, sonha com um &#8220;megaconcerto&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: Países da UE devem lançar programas de vacinação no mesmo dia</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/covid-19-paises-da-ue-devem-lancar-programas-de-vacinacao-no-mesmo-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu unidade e vacinas antes do Natal, afirmando também que os países mais pobres não pertencentes à UE também receberão vacinas. Com o aumento da pressão sobre a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para acelerar sua revisão da nova vacina contra o coronavírus BioNTech-Pfizer, a Presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu unidade e vacinas antes do Natal, afirmando também que os países mais pobres não pertencentes à UE também receberão vacinas.</em></p>
<p>Com o aumento da pressão sobre a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para acelerar sua revisão da nova vacina contra o coronavírus BioNTech-Pfizer, a Presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, disse aos parlamentares europeus que todos os 27 estados membros poderiam iniciar programas de vacinação no mesmo dia, possivelmente antes do Natal.</p>
<p>No seu discurso aos legisladores do bloco enfatizou a unidade e o trabalho árduo pela frente, observando que a EMA decidiu agilizar sua audiência sobre a eficácia e segurança da vacina BioNTech-Pfizer de 29 a 21 de dezembro, Von der Leyen expressou confiança de que o vírus pode ser vencido.</p>
<p>Referiu ainda que a vacina BioNTech-Pfizer foi a primeira de seis a ser testada e das quais o bloco já ordenou poderem ser administradas assim que forem aprovadas para uso. “Finalmente, dentro de uma semana, a primeira vacina será autorizada para que as vacinações possam começar imediatamente e outras virão no novo ano”, referiu.</p>
<p>Von der Leyen também divulgou um tweet expressando a necessidade de união: &#8220;Esta é uma tarefa enorme. Portanto, vamos começar rapidamente com a vacinação juntos no mesmo dia. Como estivemos unidos durante a pandemia, vamos sair disso juntos e unidos.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moçambique: Chefe da diplomacia da UE escolhe um enviado para abordar situação em Cabo Delgado</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/mocambique-chefe-da-diplomacia-da-ue-escolhe-um-enviado-para-abordar-situacao-em-cabo-delgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Impossibilitado por questões de agenda de deslocar-se a Moçambique, o chefe da diplomacia europeia nomeou o futuro presidente do Conselho da EU, Augusto Santos Silva, como seu representante numa visita ao país. O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, revelou que pediu ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, que se desloque a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Impossibilitado por questões de agenda de deslocar-se a Moçambique, o chefe da diplomacia europeia nomeou o futuro presidente do Conselho da EU, Augusto Santos Silva, como seu representante numa visita ao país.</em></p>
<p>O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, revelou que pediu ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, que se desloque a Moçambique como seu enviado, para abordar com as autoridades locais a situação em Cabo Delgado.</p>
<p>&#8220;Pedi ao ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, que assumirá a presidência do Conselho da UE dentro em breve, que se desloque à região como meu enviado pessoal, já que eu não posso ir por questões de agenda&#8221;, anunciou Borrell durante um novo debate no Parlamento Europeu, em Bruxelas, sobre a crise humanitária e de segurança no norte de Moçambique.</p>
<p>E acrescentou ainda: &#8220;Pedi-lhe, como colega do Conselho, que dedique especial atenção durante a sua presidência ao que ocorre neste país, que de resto Portugal conhece muito bem&#8221;.</p>
<p>Estas declarações do chefe da diplomacia europeia, surgem poucos dias depois de vários eurodeputados voltarem a reclamar um papel mais ativo e urgente da União Europeia face à crise humanitária em Moçambique.</p>
<p>As queixas tiveram lugar no início deste mês num debate sobre a situação na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, realizado conjuntamente nas comissões de Negócios Estrangeiros e de Desenvolvimento do Parlamento Europeu.</p>
<p>O debate contou com a participação da nova responsável pela política externa europeia em África, Rita Laranjinha, que admitiu ter também ficado &#8220;chocada e horrorizada com as atrocidades reportadas&#8221;, que exigem que &#8220;todos os parceiros de Moçambique, incluindo a UE e os seus Estados-membros&#8221; prestem o apoio necessário.</p>
<p>A crise humanitária, provocada pelos ataques armados na província de Cabo Delgado, já provocou mais de 500 mil deslocados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sondagens presidenciais: Marcelo reeleito com 68%, Ana Gomes em segundo com 13%</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/sondagens-presidenciais-marcelo-reeleito-com-68-ana-gomes-em-segundo-com-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma sondagem sobre as eleições presidenciais da Católica-CESOP, realizada para a RTP e para o jornal Público e divulgada esta terça-feira, continua a dar vitória a Marcelo Rebelo de Sousa à primeira volta na corrida a Belém. De acordo com a análise, se as eleições fossem hoje, o atual Presidente da República ganharia com 68% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma sondagem sobre as eleições presidenciais da Católica-CESOP, realizada para a RTP e para o jornal Público e divulgada esta terça-feira, continua a dar vitória a Marcelo Rebelo de Sousa à primeira volta na corrida a Belém.</em></p>
<p>De acordo com a análise, se as eleições fossem hoje, o atual Presidente da República ganharia com 68% dos votos.</p>
<p>A socialista Ana Gomes surge, também mais uma vez, em segundo lugar com 13% das intenções de voto dos portugueses, seguindo-se o líder do Chega, André Ventura, com 8% dos votos.</p>
<p>Já o comunista João Ferreira e a bloquista Marisa Matias, contam ambos, segundo este estudo, 5%, sendo que, em último lugar, fica Tiago Mayan Gonçalves, candidato apoiado pela Iniciativa Liberal.</p>
<p>Contudo, na análise em causa, deixam ainda o alerta de que apesar da vantagem de Marcelo Rebelo de Sousa ser significativa, é expectável que até ao dia do sufrágio a sua percentagem desça, subindo a de outros candidatos, como se verificou em eleições anteriores.</p>
<p>De acordo com esta sondagem, dos eleitores do BE nas legislativas, 28% admitiu que irá votar em Marcelo Rebelo de Sousa, 17% em Ana Gomes e apenas 13% dos inquiridos afirmaram tencionar apoiar a candidata do partido, Marisa Matias.</p>
<p>Quanto aos eleitores do PS, partido que deu liberdade de voto aos eleitores nestas eleições, 66% disse que irá votar no atual Presidente e 7% em Ana Gomes.</p>
<p>Do PCP, 38% do eleitorado garantiu que votará em João Ferreira, mas 32% assegurou que irá apoiar Marcelo Rebelo de Sousa.</p>
<p>Já do Chega, 72% do eleitorado disse que irá votar em André Ventura e 13% garantiu que irá votar no atual Chefe de Estado.</p>
<p>Do Iniciativa Liberal, 30% pondera votar em Marcelo Rebelo de Sousa, mais 5% dos votos que receberia o candidato do partido, Tiago Mayan Gonçalves.</p>
<p>Quanto ao eleitorado do PAN, 55% ainda se encontra na dúvida sobre em quem irá votar, mas 23% admitiu votar em Marisa Matias e 18% em Marcelo Rebelo de Sousa.</p>
<p>Por fim, se as eleições fossem hoje, o atual Presidente da República receberia ainda 69% dos votos do eleitorado do PSD.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>São Tomé e Príncipe lança projeto para modernização do sistema de Justiça</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/sao-tome-e-principe-lanca-projeto-para-modernizacao-do-sistema-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os presidentes da República, Evaristo Carvalho, do parlamento e o primeiro-ministro são-tomenses assinaram projeto para modernização do sistema de Justiça do país para três anos, estimado em 3,8 milhões de euros. Os presidentes da República, Evaristo Carvalho, do Parlamento, Delfim Neves, e o primeiro-ministro são-tomenses, Jorge Bom Jesus, assinaram na sexta-feira (11.12) um projeto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os presidentes da República, Evaristo Carvalho, do parlamento e o primeiro-ministro são-tomenses assinaram projeto para modernização do sistema de Justiça do país para três anos, estimado em 3,8 milhões de euros. </em></p>
<p>Os presidentes da República, Evaristo Carvalho, do Parlamento, Delfim Neves, e o primeiro-ministro são-tomenses, Jorge Bom Jesus, assinaram na sexta-feira (11.12) um projeto de modernização do sistema de Justiça do país para os próximos três anos. O valor do projeto é estimado em cerca de 3,8 milhões de euros.</p>
<p>O documento foi assinado ao final de duas horas da terceira reunião de alto nível sobre a Justiça que decorreu no Palácio Presidencial de São Tomé e Príncipe.</p>
<p>&#8220;A separação de poderes é um valor constitucional, estruturante de São Tomé e Príncipe, essencial ao funcionamento pleno do Estado de direito democrático, à realização dos direitos de todos os cidadãos e à sua igualdade perante a lei&#8221;, disse a ministra da Justiça e Direitos Humanos no final do encontro.</p>
<p>Reforçar a independência dos tribunais e a autonomia do Ministério Público em relação aos demais poderes do Estado é um dos resultados estratégicos que se espera com este Projeto de Modernização do Sistema de Justiça.</p>
<p>O documento assinado tem uma vigência de três anos, altura em que deverão estar concluídos todos os passos no sentido da reforma da justiça que os subscritores consideram fundamental para o acesso universal à justiça, estabilidade e a paz social.</p>
<p>&#8220;A modernização e reforço do sistema da justiça assumem particular importância, constituindo-se por si num dos vetores da agenda de transformação de desenvolvimento da economia&#8221;, sublinhou Ivete Lima.</p>
<p>O projeto prevê a organização de um Fórum de Justiça todos os anos até 2025 para fazer o balanço das atividades desenvolvidas, alterar a Lei 19/2017, Lei Orgânica do Tribunal Constitucional e a lei de secretaria deste tribunal.</p>
<p>A ministra da Justiça, Direitos Humanos e Administração Pública referiu que 50% dos 3,8 milhões de euros para executar o Projeto de Modernização do Sistema de Justiça &#8220;já estão garantidos&#8221;.</p>
<p>Entre as atividades constantes do plano de reforma de justiça estão incluídas também a formação de quadros, reabilitação, construção de infraestruturas e apetrechamento com materiais e equipamentos, assistência técnica, gestão administrativa e financeira dos tribunais e do Ministério Público.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Erasmus + lançado na presidência portuguesa da União Europeia</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/erasmus-lancado-na-presidencia-portuguesa-da-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 23:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa Erasmus +, uma das medidas do Plano de Ação para a Educação Digital 2021-2027 elaborado pela Comissão Europeia, será lançado durante a presidência portuguesa da União Europeia (UE). Num debate sob o tema “Europa Resiliente: Promover os valores europeus na era digital”, organizado pelo MNE e pela representação em Portugal da Comissão Europeia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O programa Erasmus +, uma das medidas do Plano de Ação para a Educação Digital 2021-2027 elaborado pela Comissão Europeia, será lançado durante a presidência portuguesa da União Europeia (UE).</em></p>
<p>Num debate sob o tema “Europa Resiliente: Promover os valores europeus na era digital”, organizado pelo MNE e pela representação em Portugal da Comissão Europeia para debater as prioridades de Portugal para a presidência da EU, o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, destacou a importância do programa Erasmus + na “promoção da mobilidade no espaço europeu de educação”, que deve ser “cada vez mais inclusiva (…) e alargada”. O Erasmus + junta todos os programas de intercâmbio da área da educação e formação da UE.</p>
<p>“O digital pode servir melhor a educação, sem mudar essa própria educação”, frisou Tiago Brandão Rodrigues, apontando que a covid-19 “veio evidenciar a urgência do digital”, mas este era já uma prioridade e continuará a ser “depois de ultrapassada a pandemia”.</p>
<p>A comissária europeia da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, também presente no debate, estabeleceu as duas principais prioridades do Plano de Ação para a Educação Digital: “desenvolver um ecossistema digital de alto desempenho” e “reforçar as competências digitais para a transformação digital”.</p>
<p>Com vista a esses objetivos, Mariya Gabriel apelou à necessidade de um “investimento em infraestruturas, conectividade e dispositivos digitais, bem como uma utilização crítica das tecnologias”, e de um “forte apoio à literacia digital e ao desenvolvimento de aptidões digitais para todos os cidadãos”.</p>
<p>O novo plano, já aprovado pelo Conselho Europeu, teve por base “as lições aprendidas com a crise da covid-19″ e a “extensa consulta pública” realizada, disse a comissária, referindo Portugal como “um dos países mais ativos” no apoio à sua preparação.</p>
<p>O ministro da Educação sublinhou ainda a “necessidade, a utilidade e a centralidade do investimento na educação”, apostando “na integração e na abertura” e recusando “tentações de algum isolamento”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cabo Verde sublinha impactos do maior investimento turístico de sempre</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/cabo-verde-sublinha-impactos-do-maior-investimento-turistico-de-sempre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 08:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://comunidadeslusofonas.pt/?p=21111</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, destacou hoje os impactos do maior investimento turístico privado de sempre no país, de 500 milhões de euros e que vai criar mais de 4.000 empregos na ilha do Maio. &#8220;Este projeto é o maior de sempre no país, pelo seu valor, estamos a falar de 500 milhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, destacou hoje os impactos do maior investimento turístico privado de sempre no país, de 500 milhões de euros e que vai criar mais de 4.000 empregos na ilha do Maio.</em></p>
<p>&#8220;Este projeto é o maior de sempre no país, pelo seu valor, estamos a falar de 500 milhões de euros, e pelas implicações, impactos a nível de empregos diretos e indiretos, da criação de riqueza, da geração de receitas fiscais, da localização de empresas internacionais, de atração de outros investimentos para o país e para a valorização turística de Cabo Verde enquanto destino de referência&#8221;, disse o chefe do Governo falava na cidade da Praia, durante o ato de assinatura da minuta de convenção de estabelecimento do &#8220;Little África Maio&#8221;, que vai ser construído nos próximos três anos na ilha com o mesmo nome pelo grupo Internacional Holding Cabo Verde (IHCV).</p>
<p>Para o primeiro-ministro, a assinatura da minuta é um &#8220;momento muito importante&#8221; para Cabo Verde e para o Maio, ilha que há muito é reconhecida como tendo enormes potenciais.</p>
<p>&#8220;Nós estamos a ir mais à frente de que o reconhecimento do potencial, para fazer concretizar o melhor aproveitamento dessas potencialidades, com retorno para a dinamização da economia da ilha, criação de empregos e melhoria da qualidade de vida das pessoas&#8221;, prosseguiu.</p>
<p>O primeiro-ministro sustentou igualmente que o projeto vai valorizar os ativos que a ilha possuiu, desde logo o facto de ser a mais próxima de Santiago, onde se situa a capital do país, Praia, mas também as suas zonas de desenvolvimento turístico.</p>
<p>&#8220;O impacto social e económico deste grande projeto que se realiza na ilha do Maio estende-se para a ilha de Santiago e para o resto do país&#8221;. Ulisses Correia e Silva espera ainda que o complexo venha a desenvolver um turismo sustentável, com efeito multiplicador em outros setores, criando mercado para agricultura, pecuária, pescas, restauração transportes e dinamizando a construção civil durante a fase de construção.</p>
<p>Além disso, afirmou que o projeto posiciona Cabo Verde como um país com um turismo sustentável e de qualidade, que tem a vocação de ser uma plataforma entre África e Europa.</p>
<p>Depois de dois anos em negociações entre as partes, o acordo foi assinado precisamente em plena pandemia da covid-19, o que para o primeiro-ministro tem um &#8220;valor maior&#8221; e é um sinal de confiança no país.</p>
<p>&#8220;É só assim que se fazem bons investimentos. É hoje e é agora que é necessário começar, para podermos fazer com que o relançamento e a retoma sejam muito mais pujantes para a economia do país&#8221;, terminou o primeiro-ministro, que presidiu o ato de assinatura.</p>
<p>A minuta foi assinada entre o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças de Cabo Verde, Olavo Correia, e o empresário espanhol Enrique Banuelos de Castro, sócio gerente da Internacional Holding Cabo Verde (IHCV), um consórcio que integra vários outros investidores africanos.</p>
<p>O Centro Turístico &#8211; Residencial, Cultural e de Negócios &#8220;Little África Maio&#8221; vai ser implementado na Zona de Desenvolvimento Turístico Integrado (ZDTI) da ilha com o mesmo nome, tendo como objetivo a promoção e aceleração do desenvolvimento da economia cabo-verdiana.</p>
<p>O complexo turístico tem um investimento global de 500 milhões de euros e prevê a criação mais de dois mil postos de trabalho diretos durante a construção, que vai arrancar em breve, e mais de 4.000 empregos assim que começar a funcionar, dentro de três anos.</p>
<p>Além da área de entretenimento, considerada a &#8220;âncora do projeto&#8221;, o complexo ainda terá museus e salas de exposições de países africanos, teatro, casino, lojas, centro de congressos/exibições e negócios, centro internacional de negócios, hospital, colégio internacional e habitações para os executivos, quadros e outros trabalhadores.</p>
<p>Com previsão para a primeira fase estar operacional dentro de três anos, a infraestrutura turística incluirá também um complexo turístico, denominado Little África Resorts, numa área residencial, que incluirá vivendas para cidadãos internacionais de elevado poder de compra.</p>
<p>O complexo, a ser construído em três fases, vai ser gerido e explorado por uma nova empresa, a criar no quadro da parceria, denominada &#8220;Little Africa Services&#8221; (LAS).</p>
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		<title>Venezuela: Milhares de portugueses sem acesso à RTP Internacional</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/venezuela-milhares-de-portugueses-sem-acesso-a-rtp-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 08:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidades Portuguesas]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de portugueses ficaram sem o sinal da emissão da RTP Internacional (RTPi), no dia em que terminou o sinal de testes e a SimpleTV, a operadora que substituiu a Directv, começou a cobrar uma mensalidade aos utilizadores. &#8220;Registei os meus descodificadores na página web, tal como tinham indicado, efetuei o pagamento da mensalidade do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Milhares de portugueses ficaram sem o sinal da emissão da RTP Internacional (RTPi), no dia em que terminou o sinal de testes e a SimpleTV, a operadora que substituiu a Directv, começou a cobrar uma mensalidade aos utilizadores.</em></p>
<p>&#8220;Registei os meus descodificadores na página web, tal como tinham indicado, efetuei o pagamento da mensalidade do pacote mais alto que inclui o canal português e vários em alta definição. Mesmo estando a selecionar o canal 778 [RTPi] aparece uma mensagem dizendo que o canal não está disponível&#8221;, explicou um lusodescendente à agência Lusa.</p>
<p>Contrariado com a situação, Daniel Gonçalves queixou-se ainda que apesar de os descodificadores terem sido fornecidos pela antiga Directv, foi obrigado a pagar o equivalente a 23 dólares (19 euros) adicionais por cada aparelho, para poder registá-los no sistema.</p>
<p>&#8220;Há ainda uma outra questão, tenho que pagar 35 euros mensais, quando com a Directv pagava pouco mais de um euro e agora tenho menos canais que antes&#8221;, explicou.</p>
<p>Vários portugueses disseram à agência Lusa que consideram a cobrança adicional pelos descodificadores e os preços dos planos mensais de programação &#8220;um exagero&#8221; e que &#8220;não está de acordo com a realidade venezuelana, onde as pessoas ganham pouco mais de um euro de salário mínimo mensal&#8221;.</p>
<p>Algumas pessoas disseram já ter procurado alternativas em &#8220;Free To Aire (FTA)&#8221; mas a única emissão da RTPi que chega à Venezuela de maneira livre requer uma antena de dois metros, para Banda C, e apontada por o satélite IS34 55.5W, um produto que &#8220;é incomparável, devido ao custo e à crise no país&#8221;.</p>
<p>A falta de canais e os preços dos pacotes da SimpleTV e as dificuldades para efetuar o pagamento através das plataformas bancárias digitais motivaram hoje várias queixas dos utilizadores através das redes sociais. Vários queixam-se que os escritórios da operadora estão encerrados, apenas com os seguranças à porta e que a página web da empresa está inacessível, uma situação que a Simple TV diz estar a tentar solucionar.</p>
<p>&#8220;Estamos fazendo ajustes na nossa web. Tu [fica] tranquilo e nós [estamos] trabalhando&#8221;, publicou a SimpleTv na sua conta do Twitter.</p>
<p>No passado dia 19 de maio, mais de 2,5 milhões de famílias venezuelanas ficaram sem o serviço de televisão por satélite da DirecTV, devido a uma decisão da norte-americana AT&amp;T de suspender esse tipo de serviço na Venezuela.</p>
<p>A decisão, segundo a AT&amp;T, esteve relacionada com a imposição de sanções pelos Estados Unidos contra o Governo venezuelano e o cumprimento da licença local de operação, que exige que sejam transmitidos os canais Globovisión e Pdvsa, sancionados por Washington.</p>
<p>A suspensão, que afetou pelo menos dez milhões de pessoas, apanhou os venezuelanos de surpresa, tendo os portugueses que residem no país ficado privados da emissão internacional do canal público português RTPi.</p>
<p>O serviço da DirecTV representava 45% do mercado de televisão por subscrição na Venezuela. Em 30 de maio, o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, congratulou-se com a suspensão dos serviços da DirecTV e prometeu aos venezuelanos melhores e mais sofisticados sistemas televisivos no país.</p>
<p>Em 14 de agosto, o grupo empresarial Scale Capital anunciou que chegou a acordo com a norte-americana AT&amp;T para comprar a DirecTV, e restituir o serviço de televisão por cabo.</p>
<p>O serviço, que apresentou vários falhas, esteve desde então a usar a infraestrutura da Directv na Venezuela e às 00:00 locais de hoje (04:00 horas em Lisboa), terminou o período de experimentação, passando a ser faturado mensalmente.</p>
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		<title>Guiné-Bissau: PR do Congo visita Bissau para homenagear Amílcar Cabral e Nino&#8217; Vieira</title>
		<link>https://comunidadeslusofonas.pt/guine-bissau-pr-do-congo-visita-bissau-para-homenagear-amilcar-cabral-e-nino-vieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 08:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente do Congo, Denis Sassou Nguesso, de 77 anos, 35 dos quais no poder no Congo, deslocou-se a Bissau &#8220;para render homenagem&#8221; aos pais fundadores da nacionalidade guineense, Amílcar Cabral e &#8216;Nino&#8217; Vieira, heróis da independência do país, já falecidos. &#8220;É com grande emoção que estou a visitar a Guiné-Bissau pela primeira vez, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Presidente do Congo, Denis Sassou Nguesso, de 77 anos, 35 dos quais no poder no Congo, deslocou-se a Bissau &#8220;para render homenagem&#8221; aos pais fundadores da nacionalidade guineense, Amílcar Cabral e &#8216;Nino&#8217; Vieira, heróis da independência do país, já falecidos.</em></p>
<p>&#8220;É com grande emoção que estou a visitar a Guiné-Bissau pela primeira vez, a pátria de Cabral e de &#8216;Nino&#8217; Vieira&#8221;, disse Sassou Nguesso, referindo-se aos dois principais líderes do nacionalismo guineense, disse o chefe de Estado congolês, no âmbito da sua primeira visita oficial à Guiné-Bissau, no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, ao lado seu homólogo guineense, Umaro Sissoco Embaló.</p>
<p>O Presidente congolês deverá prestar homenagem a Cabral e Vieira, no mausoléu dos heróis guineenses na fortaleza de Amura, sede do quartel-general do exército, em Bissau.</p>
<p>&#8220;Estou a render homenagem a estes dois heróis e grandes africanos que tudo deram pela África&#8221;, afirmou Sassou Nguesso, que se diz em casa de cada vez que visita qualquer país africano.</p>
<p>O dirigente congolês defendeu ainda que o seu país e o seu povo seguem &#8220;com angústia e preocupação&#8221; as situações que foram acontecendo na Guiné-Bissau, mas saúdam os esforços daqueles que contribuíram, nos últimos anos, para devolver a estabilidade ao país.</p>
<p>De agora em diante, disse ser possível que os dois países e governos tracem caminhos para a cooperação e que a própria África deve manter-se unida para deixar de ser um continente atrasado.</p>
<p>Denis Sassou Nguesso congratulou-se com &#8220;grandes decisões em curso&#8221; em África, na perspetiva de desafios fixados no horizonte de 2060 e destacou, neste particular, a criação da zona do comércio livre no continente.</p>
<p>O Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, afirmou ser &#8220;um dia especial&#8221; por estar a receber &#8220;um amigo, um pan-africanista&#8221;.</p>
<p>&#8220;Hoje, para mim, é um dia especial por receber aqui o presidente Sassou Nguesso do Congo. Como sabem tenho uma relação muito especial que não é só de homólogos, mas de um pai para filho&#8221;, observou Sissoco Embaló.</p>
<p>O Presidente guineense destacou que Nguesso não podia deixar de visitar a Guiné-Bissau, pátria dos seus antigos camaradas de armas durante a luta pela independência de África, frisou.</p>
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