Macau: Governo quer reforçar comunicação com os media em português e inglês

O chefe do Governo de Macau afirmou hoje que vai continuar “a reforçar a comunicação e a interação positiva” com os ‘media’ em português e inglês para que desempenhem as “suas funções da melhor forma”.

“O Governo da RAEM [Região Administrativa Especial de Macau] continuará, conforme o estipulado na Lei Básica e demais legislações, a reforçar a comunicação e a interação positiva com os órgãos de comunicação social, a apoiá-los na cobertura noticiosa e no acesso à informação no sentido de dar garantias aos profissionais do setor para que exerçam as suas atribuições e desempenhem as suas funções da melhor forma” disse Ho Iat Seng, um almoço oferecido aos representantes de uma dezena de órgãos de comunicação social em línguas portuguesa e inglesa no território.

O governante acrescentou esperar que neste ano, ainda marcado pela pandemia da covid-19, os órgãos de comunicação social transmitam para “o exterior” o desenvolvimento da RAEM, contribuindo, ao mesmo tempo, para “o intercâmbio e cooperação internacionais, desempenhando um papel singular”.

O responsável lembrou que 2020 foi “muito difícil e manifestamente atípico” e colocou à prova “a capacidade de resposta e de adaptação” do Governo, que conseguiu “prevenir e controlar ao máximo a propagação da epidemia” e manter “a conjuntura estável atual”, o que “não foi fácil de atingir”.

Desde o início da pandemia da covid-19, Macau contabilizou apenas 47 casos, sem registar qualquer morte ou surto local.

Neste período, Ho Iat Seng considerou ter “sido evidente o papel essencial” da comunicação social em português e inglês “a nível internacional”, na transmissão do “novo desenvolvimento e recente dinâmica” da cidade, e também no “apoio aos residentes de Macau no exterior e aos falantes de línguas estrangeiras” para uma compreensão das “políticas e medidas governamentais”.

O chefe do executivo indicou que o Governo quer “cooperar com a comunicação social de línguas portuguesa e inglesa, cada um na sua posição de trabalho, mas com esforços concertados, em prol do desenvolvimento diversificado de Macau, da harmonia e estabilidade da RAEM e do sucesso da implementação do princípio ‘um país, dois sistemas'”.

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