Cumprido um ano de trabalho enquanto movimento cívico, o Democracia 21 prepara-se para avançar para o Tribunal Constitucional e constituir-se enquanto partido, em 2019.
De acordo com um comunicado emitido pelo movimento, ao longo deste ano, foi apresentado o seu manifesto e programa económico, realizando trinta eventos em várias zonas do país, de norte a sul, e ainda com a comunidade portuguesa em Macau, para apresentar o projeto político e recolher assinaturas.
Assumindo-se como um projeto político liberal e de direita, o movimento tem como as suas principais bandeiras a reforma do Estado, a diminuição de impostos, uma economia forte, a luta contra a corrupção e a requalificação social e económica do interior do país.
«O Democracia 21 esteve presente, defendeu e contribuiu para o debate pelas causas na sociedade em que acredita – os incêndios que devastaram o país, o caso de corrupção de Pedrógão Grande, a luta por melhores condições dos Bombeiros e das forças policiais, a revisão da lei das armas, a defesa do mundo rural na caça e zonas cinegéticas, e, acima de tudo, a liberdade dos cidadãos», pode ler-se no comunicado.
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