Ser português fora é ter Portugal dentro

Ser Português fora é ter Portugal dentro. É sentir a alma a cantar o hino. Ser português longe é ter bem perto o mar e as descobertas, o bacalhau e as suas mil maneiras, reler Camões e ler José Saramago, soletrar Amália e relembrar Eusébio, admirar António Damásio e ter, hoje em dia, uma selfie com o Presidente Marcelo. 
Ser português é exibir uma camisola de Cristiano Ronaldo e vibrar com as conquistas da nossa seleção. 
Ser português é ter orgulho numa língua de milhões, de todas as cores e de diferentes continentes. 
Ser português hoje nas Américas, e em particular nos EUA, é lembrar a ONU e António Guterres e recordar, com sentimento, que somos a “pátria da primeira globalização”. 
Passámos o Cabo das Tormentas e logo lhe chamámos da Boa Esperança.  
E assim, com proximidade e identidade, com partilha e com sagacidade, com vida, mas também luta, nós, os que vivem fora da Pátria, afirmámos e com sentimento confirmamos, a cada 10 de Junho, o nosso ser e estar, o nosso orgulho e a alma.  
E ser português, hoje, é uma ponte entre o passado que nos orgulha, o presente que nos identifica e o futuro que legitimamente ambicionamos. Em que a nossa história e as nossas Comunidades nos levam a novas sensações e descobertas, a sentimentos permanentes e a sonhos em que se combinam a fé e os afetos, a vontade e o sonho, a memória e a saudade. A mesma que em cada ano nos faz vibrar, com uma intensidade crescente, com e no Dia de Portugal! Também, e muito bem, o Dia das Comunidades Portuguesas!
E aqui, neste Estado de Nova Iorque, teremos momentos de enaltecer a alma nesta celebração a Portugalidade. Uma Gala com a presença significante de representantes máximos dos dois países -dos EUA e de Portugal – que se juntam à NYPALC, o que implica o reconhecimento do nosso trabalho, da nossa atividade e do nosso empenho. Onde Portugal abraça Nova Iorque e agradece aos EUA a hospitalidade permanente.
A alma que se expressará numa parada em Mineola que representa o presente e que pressente o futuro. Assim juntos comemoramos uma data e uma alma, um passado e o futuro. 
Como em Central Park vai cantar Marisa, a expressão do povo da minha terra. 
Da nossa terra. 
Do nosso Portugal, secular e moderno. 
Orgulhoso do passado e agarrando o futuro nesta terceira globalização! 
Descobrindo os desafios de uma aldeia global da qual esta cidade e este Estado de Nova Iorque são o exemplo inspirador.
Feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas!

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