Triângulo Macau, China e lusofonia promove exportações e atrai investimento

O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Luís Castro Henriques, afirma que a relação «triangular» existente entre Macau, China e os Países de Língua Portuguesa é «positiva e virtuosa».
A propósito do encontro de empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (PLP), Luís Castro Henriques destacou a importância desta relação «triangular» com vários anos, «positiva e virtuosa» para os países envolvidos e que contribui para aumentar exportações e atrair investimento.
Sobre o encontro, declarou que é «relevante» não só para promover mais exportações de Portugal, seja para a China seja para os PLP, mas também para captar investimento. «Temos visto casos de empresas chinesas que escolhem Portugal e empresas portuguesas para depois poderem operar em conjunto nos países de língua portuguesa», realçou.
Ao longo do encontro foram assinados cerca de 20 protocolos, dois dos quais com o AICEP que visam «promover e estreitar relações com instituições chinesas para (…) ter um canal expedito para trabalhar em conjunto neste âmbito» dos PLP e da China, acrescentou.
Luís Castro Henriques adiantou ainda que a China «tem apresentado um crescimento relevante em termos de exportações», mas deixou evidente que ainda há produtos «que não têm o acesso» que Portugal deseja, nomeadamente carnes e outros produtos agroalimentares.
O encontro, que termina hoje (22 de junho) em Lisboa, junta empresários e representantes de instituições financeiras e governamentais da China, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Macau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

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